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Archive for outubro \28\UTC 2016

SÃO JUDAS TADEU SANTO DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS,

ORAÇÃO 

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ORAÇÃO ESPECIAL A NOSSA SENHORA APARECIDA

 

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5 dicas da ciência para Ter uma vida Saudável e Longa

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A especialização em gerontologia social de Carr significa que ela presta especial atenção para a ideia de “envelhecimento bem-sucedido”, ou as maneiras como as pessoas podem continuar a levar uma vida emocionalmente satisfatória à medida em que envelhecem.

Carr, que anteriormente realizou pesquisas no Centro sobre Longevidade da Universidade Stanford, nos EUA, já publicou extensivamente sobre o tema. “O que eu estou tentando entender é o que podemos fazer para manter o desempenho cognitivo e a saúde por tanto tempo quanto possível”, disse a cientista ao portal Medical Xpress.

Logo, entre as várias coisas que você pode fazer, estão:

1. Obter um diploma universitário

Não existe variável mais importante na fórmula do envelhecimento bem-sucedido do que a educação. A pesquisa tem demonstrado repetidamente o valor indispensável de experiências educacionais significativas e, especialmente, de obter um diploma universitário.

“A educação tem sido o maior preditor de resultados bons de envelhecimento”, disse Carr. “É difícil para mim imaginar que a educação não seria benéfica para a saúde e bem-estar”.

2. Comer de forma saudável

Comer bem pode ter efeitos significativos e mensuráveis sobre o envelhecimento. É importante encontrar uma dieta saudável que funciona para o seu estilo de vida.

“Há um monte de dietas que funcionam bem, mas nenhuma envolve comer uma tonelada de fast food”, explica Carr. “É importante usar a nutrição de uma forma que não leve a resultados ruins como doenças cardíacas e diabetes, mas isso pode variar de pessoa para pessoa”.

3. Praticar exercícios físicos
Não há nenhum substituto para uma rotina de exercícios físicos consistente.

“O exercício é crucial a longo prazo”, argumenta a cientista. “Você pode começar a qualquer momento em toda a sua vida, mas é importante continuar por tanto tempo quanto possível. O exercício físico parece ser uma das poucas coisas que, para a pessoa média, mantém o desempenho cognitivo mais tarde na vida”.

4. Ficar conectado socialmente

A qualidade da conexão social é um dos indicadores mais confiáveis de bem-estar em indivíduos mais velhos. Isto é particularmente importante para homens, que tendem a ter mais dificuldade em forjar relações significativas à medida em que envelhecem.

“Conexão social é a coisa a que as pessoas provavelmente prestam menos atenção”, disse Carr. “Manter envolvimentos significativos com outras pessoas através da duração de sua vida é crucial, e os homens não são tão bons nisso, o que é um problema. Por exemplo, a pesquisa mostra que homens mais velhos que são casados tendem a se sair melhor do que aqueles que não são, por isso sabemos que há algo importante em ter ligações estreitas mais tarde na vida. Porém, é difícil ter alguém próximo mais tarde na vida se você nunca passou tempo cultivando relacionamentos significativos com os outros”.

Carr recomenda participar de grupos comunitários como forma de garantir conexões constantes à medida que envelhecemos. “Incorporar-se a organizações formais, como igrejas, programas de voluntariado ou clubes pode ser uma ótima maneira de cultivar relações”, sugere.

5. Se planejar financeiramente

Nunca é cedo demais para começar a fazer arranjos financeiros para a terceira idade. Embora as estruturas de desigualdade econômica muitas vezes tornem difícil para alguns se planejar a longo prazo, a coisa mais prudente a se fazer é considerar coisas como poupança e aposentadoria.

“Ser pobre mais tarde na vida não é bom para a sua saúde”, disse Carr. “Muitas pessoas não têm controle sobre isso, mas uma coisa que sabemos ser verdade é que, se você tem uma renda suficiente, isso é muito crítico para obter bons resultados na velhice. Há muita coisa contra você se você não tiver o dinheiro para manter o seu bem-estar ao longo do tempo”. fonte

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Bem Estar,Vida Saudável e Saúde Sem Dor.

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O que Causa e Quais são as queixas mais freqüentes dos pacientes com DTM?

Nessa sessão, será possível encontrar perguntas e dúvidas frequentes acerca da especialidade da Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial. O intuito dessa sessão é prestar esclarecimentos sobre uma condição que ao longo dos anos tem aumentando tanto em prevalência quanto em severidade na população em geral: as disfunções temporomandibulares.

O que é a ATM?
A estrutura que liga a mandíbula (queixo) ao o crânio (têmpora) recebe o nome de Articulação Temporomandibular (ATM). Essa articulação é formada por diversas estruturas como tecidos ósseos, disco articular, músculos, ligamentos, cápsula articular, entre outras estruturas, apresentando um denso suprimento sanguíneo e nervoso. Além disso, é uma articulação bilateral que funciona como uma unidade única, ou seja, a articulação direita não pode mover-se independentemente da esquerda, e vice-versa.

ATM em função, estando em azul o disco articular (fonte: NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. 2ª. Edição. Porto Alegre: Editora Artmed, 1997).

ATM em função, estando em azul o disco articular (fonte: NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. 2ª. Edição. Porto Alegre: Editora Artmed, 1997).

Articulação Temporomandibular

Articulação Temporomandibular

O que é um problema de ATM?
Quando essa articulação não funciona direito, estalidos (cliques) e crepitações (barulho como se existisse areia nos ouvidos) são comuns, bem como dor. As ATMs também podem não se movimentar direito, causando limitação na abertura da boca.

O que é DTM?
DTM é a abreviatura de Disfunções Temporomandibulares. Como o próprio nome diz, as DTM são alterações funcionais, que comprometem a função mastigatória, a deglutição e a fala e que podem se apresentar na forma de varias alterações. Exemplo: você tem dor durante a abertura e fechamento da boca; você tem dificuldades na mastigação de determinados alimentos; você escuta barulhos de estalar na hora de abrir a boca. Essas alterações da função mandibular podem estar associadas a presença de dor. A dor durante a mastigação é um sintoma clássico de DTM, bem como a limitação de abertura da boca.

O que causa uma DTM?
A etiologia das DTM apresenta um caráter multifatorial, estando associada à hiperatividade muscular, trauma, estresse emocional, maloclusão, além de inúmeros outros fatores predisponentes, precipitantes ou perpetuantes dessa condição. Vários fatores podem causar uma DTM. Não existe uma causa comum a todas as DTM, mas o trauma pode ser o principal causador dessa alteração funcional. Uma associação de fatores (má oclusão, bruxismo, um desenvolvimento anormal das ATM, um trauma forte – acidente e tombos no qual ouve pancada no queixo ou na face, estresse, etc) podem causar ou manter uma DTM. Em virtude da complexidade etiológica e da variedade dos sinais e sintomas que podem, genericamente, também representar outras patologias, o reconhecimento e a diferenciação das disfunções temporomandibulares podem apresentar-se de forma não muito clara ao profissional

Quais são as queixas mais freqüentes dos pacientes com DTM?
– Ruídos articulares (estalidos e crepitações);
– Cansaço dos músculos que abrem e fecham a boca;
– Desvios mandibulares na abertura e fechamento da boca;
– Limitação para a abertura da boca;
– Travamentos de boca aberta ou fechada;
– Apertamento e rangimento dental diurno e/ou noturno;
– Dor em região pré-auricular, que se localiza próximo ao ouvido;
– Dor na própria articulação temporomandibular;
– Dor na cabeça, na face e no pescoço;
– Dor no ouvido (inclusive sensação de diminuição de audição ou zumbidos);
– Dor de dente e desgastes dentais.

Quais são as origens das dores orofaciais?
As dores orofaciais podem ter dois eixos de origem: um associado a condições físicas (dores somáticas ou neuropáticas) e outro associado a condições psicológicas.

Quando abro a boca escuto ruídos e barulhos nas minhas articulações. O que é isso?
Os ruídos da ATM são sinais de que alguma coisa não está funcionando direito. Esses ruídos podem ser resultado da falta de coordenação do movimento da mandíbula com o osso do crânio, ou de uma alteração degenerativa dessas estruturas.

Minhas dores de cabeça podem ser por causa de uma DTM?
As DTM não causam dores de cabeça. Uma alta proporção de pacientes com cefaléias apresenta sinais e sintomas de DTM, tendo uma comorbidade maior devido à presença de dor crônica por DTM, ou seja, essa cefaléia é mais forte e frequente em pacientes com DTM. Assim, evidências científicas demonstram que pacientes portadores de cefaléia, principalmente a cefaléia do tipo tensional, associadas a DTM, obtém maiores índices de melhoras quando tratados para DTM conjuntamente ao tratamento da cefaléia, tanto em curto como a longo prazo.

Algumas vezes bocejei ou realizei algum movimento e fiquei com a boca travada, sem conseguir fechar. Isso pode piorar?
O travamento em boca aberta, ou luxação da ATM, merece atenção especializada, principalmente quando ocorre de forma recorrente.

E o Bruxismo, o que é e como se trata?
O bruxismo do sono é uma desordem de movimentos estereotipados e periódicos, associados ao ranger e/ou apertar de dentes durante o sono. É uma condição de etiologia complexa, assim, tratamentos conservadores, pouco invasivos e seguros devem ser de primeira escolha. O correto diagnóstico é de grande valor para a elaboração de adequados planos de tratamento, que contemplam terapêuticas utilizando aparelhos e terapias orais, medidas farmacológicas e terapias comportamental-cognitivas, visando a devolver qualidade de vida ao paciente bruxômano.

O tratamento ortodôntico pode desencadear uma DTM?
Evidências científicas atuais significativas apontam para uma tendência de não associação do tratamento ortodôntico com as DTM. Porém, torna-se muito importante um adequado diagnóstico e criteriosa execução da terapia ortodôntica, de modo a se obter um posicionamento dentário de acordo com um bom funcionamento do sistema mastigatório. Além disso, é muito importante a realização antes do início do tratamento ortodôntico de uma avaliação completa acerca da presença de sinais e sintomas de DTM e dores orofaciais.

A Ortodontia é uma forma de tratamento para a DTM?
O tratamento ortodôntico é uma terapia que ocasiona uma alteração do padrão oclusal. Então, em um primeiro momento, deve-se optar por tratamentos de caráter conservador e pouco invasivo para o controle da dor e melhora da função em pacientes com DTM. Posteriormente, pode-se adotar terapias que alterem o padrão oclusal de forma definitiva, como a Ortodontia, reabilitações orais e o ajuste oclusal.

As DTM estão relacionadas a outras doenças? Elas podem ser confundidas com outras afecções?
Sim. Algumas doenças reumatológicas como artrite reumatóide, fibromialgia, espondilite anquilosante, entre outras, apresentem repercussões na ATM e merecem atenção do especialista em DTM e Dor Orofacial. Da mesma forma, muitas vezes os pacientes apresentam como queixa “dor de ouvido”, sendo que na realidade sua fonte de dor não é otorrinolaringológica e sim devido a problemas da ATM. Também, em algumas situações de cefaléias, principalmente a cefaléia do tipo tensional, quando é realizado um tratamento conjunto do neurologista com um especialista em DTM e Dor Orofacial, evidências científicas demonstram uma maior redução da sintomatologia. Assim, torna-se importante uma integração a especialidade da DTM e Dor Orofacial com as especialidades médicas da Otorrinolaringologia, Reumatologia e Neurologia.

Como posso saber se tenho uma DTM?
Se você apresentar dor nas articulações e/ou no rosto durante a mastigação, dificuldade ou algum ruído ao abrir ou movimentar a boca, é possível que você tenha uma DTM. Assim que possível, procure um cirurgião-dentista especialista em DTM e Dor Orofacial, que é o profissional mais capacitado no diagnóstico e tratamento das DTM e Dor Orofacial. O diagnóstico é realizado através de anamnese, exame clínico-físico e exames complementares de imagem. Os exames de imagens mais comumente utilizados são as radiografias panorâmicas e extrabucais convencionais, tomografias computadorizadas e as ressonâncias magnéticas. Algumas vezes outras modalidades de exame são requeridas como: artrografia, termografia, cintilografia e ultrassonografia.

Quais são as possibilidades terapêuticas para um paciente com DTM e Dor Orofacial?
As alternativas de tratamento sempre devem ser baseadas em evidências científicas e tratamentos conservadores e pouco invasivos são sempre a primeira escolha. Os tratamentos englobam a utilização de aparelhos orais, terapias farmacológicas, termoterapia, fisioterapia, microcorrente, laserterapia, infiltrações articulares, bloqueios musculares, viscossuplementação, e, procedimentos cirúrgicos como artrocentese, artroscopia e cirurgias da ATM. A educação e a conscientização do paciente acerca de seu problema é extremamente importante, assim técnicas comportamental-cognitivas funcionam como um adjuvante no tratamento. A atuação em uma equipe multidisciplinar envolvendo especialistas em DTM e Dor Orofacial, médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos muitas vezes é necessária.

fonte

Dr. Eduardo Machado
CRO-RS 16960

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